terça-feira, 20 de novembro de 2018

Acerca das sinestesias neste tempo outonal.
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"Vincent tinha descoberto as leis da cor enquanto vivia em Nuenen e achava-as "indiscritivelmente belas". Pela mesma altura, estimulado pelas analogias que agora descobria entre a pintura e a música de Wagner, tivera lições com o organista da Igreja de Santa Catarina (...). Não correram bem: Vincent estava sempre a comparar acordes musicais com azul-prussiano ou amarelo-cádmio, pelo que o organista concluiu que estava a lidar com um louco.(...).
Gauguin afirmava que quando olhava para um Delacroix tinha "as mesmas sensações que depois de ter lido alguma coisa". Quando ouvia um quarteto de Beethoven, "saio da sala com imagens coloridas que vibram nas profundezas da minha alma (...)".
Martin Gayford, A Casa Amarela, ed. Bizâncio.
Poplar Avenue at Nuenen painting - Vincent van Gogh
Parahi te maras, 1892 - Paul Gauguin.
A imagem pode conter: árvore, céu, planta, ar livre e natureza

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