sábado, 17 de novembro de 2018
17 de Novembro de 2017.
Corria a década de 50.
Quando eu era menina obediente e,a ferro e fogo, era obrigada a vir para o campo passar um penoso mês de férias, os serões eram passados à luz do candeeiro de petróleo e da candeia de azeite e a noite era longa,. sem princípio, nem fim.
O sono corrompia-nos ao dobrar da esquina, sem sombra de pecado.
Agora, carregados de pecados, num tempo de silêncios, Morfeu, intemporal, continua sem nos dar tréguas.
Anestesiada pelo peso do cansaço vou dormir.
Quem te viu e quem te vê.
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