Uma Revolução altera de forma profunda as estruturas políticas, económicas, sociais e, mais lentamente as mentalidades. E foi isso que aconteceu em 1974. As lutas de trabalhadores e de estudantes, a contestação constante à guerra colonial, a pressão internacional, abalaram as estruturas do regime ditatorial e prepararam, inequivocamente, o advento da democracia.
Sendo o Movimento dos Capitães a alavanca destas profundas mudanças, não pode deixar de se inserir nesta onda de contestação crescente e imparável já que, por si mesmo, ele parte de uma luta interna nas forças armadas bem como da contestação à continuação da guerra colonial.
Contestação essa que congregou a força de três frentes activas: a da metrópole, a pressão internacional e os organizados movimentos de libertação nas colónias, alavanca motora de um regime caduco e moribundo.
Em Abril caiu uma ditadura e nasceu uma democracia, posteriormente legitimada por uma nova Constituição.
Em Abril o Povo e o MFA fizeram uma Revolução.
O 25 de Abril nasceu, também em África.
Sendo o Movimento dos Capitães a alavanca destas profundas mudanças, não pode deixar de se inserir nesta onda de contestação crescente e imparável já que, por si mesmo, ele parte de uma luta interna nas forças armadas bem como da contestação à continuação da guerra colonial.
Contestação essa que congregou a força de três frentes activas: a da metrópole, a pressão internacional e os organizados movimentos de libertação nas colónias, alavanca motora de um regime caduco e moribundo.
Em Abril caiu uma ditadura e nasceu uma democracia, posteriormente legitimada por uma nova Constituição.
Em Abril o Povo e o MFA fizeram uma Revolução.
O 25 de Abril nasceu, também em África.

